quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Rendimento e Condições de Vida PT-UE

 1. Consultando a Infografia do EuroStat constrói no Paint uma imagem comparando Portugal com o país A.
  




2. Consultando o destaque do INE Rendimento e Condições de Vida (Backup), comente a taxa de risco de pobreza:
a) por grupo etário de 2003 a 2013 (pp. 2);
    O aumento do risco de pobreza desde de 2003 a 2013 foi aumentando em todos os grupos etários, expecto na faixa etária dos idosos que foi diminuindo de mais de 28% para 15,1%. Os adultos aumentaram o seu risco de pobreza ligeiramente ao longo dos anos de mais 16% para 19,1%. Os jovens conseguiram descer o seu risco em 2005 de mais de 16% para menos de 16%, mas de 2005 até 2013 para 25,6%, sendo estes os mais afetados.
b) segundo a composição do agregado familiar (pp. 2);
    As famílias constituídas por um adulto com uma ou mais crianças e as famílias com mais de 3 crianças foram as mais afetadas pelo aumento da pobreza. Quer famílias com crianças dependentes (de 22,2% para 23,0%) quer as famílias sem crianças dependentes (de 15,0% em 2012 para 15,8% em 2013).
c) referindo a importância das transferências sociais (pp. 3).
    Antes de qualquer transferência social Portugal encontrava-se num risco de pobreza muito grave, mas após transferências sociais Portugal desce drasticamente a sua pobreza. 

  3. No mesmo documento (pp. 4) observe a tabela Indicadores de privação material. Justifique a relação entre a Taxa de privação material e a Taxa de privação material severa. 
     A Taxa de privação material é a percentagem menor da população enquanto a Taxa de privação material severa é a que se encontra com mais percentagem uma vez que há mais pobres, pobreza.

4. Utilizando a Taxa de privação material severa (no PORDATA) para 2007 e 2017, constrói no Excel e comenta e um gráfico com os 5 países indicados. 

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Lei de Engel

.1. Calcula o orçamento de cada uma das famílias.

Considere as seguintes estruturas de consumo de quatro famílias, os Alves, os Brito, os Cunha e os Damásio: 
Despesa (em €)  ALVES Coeficiente orçamental ALVES Despesa (em €) BRITO Coeficiente orçamental BRITO Despesa (em €) CUNHA Coeficiente orçamental CUNHA Despesa (em €) DAMÁSIO Coeficiente orçamental DAMÁSIO
Alimentação e bebidas  250 50% 510 36% 800 24% 1200 15%
Vestuário e calçado  80 16% 130 9% 300 9% 700 9%
Renda de casa, água e luz   100 20% 260 19% 620 19% 1200 15%
Transportes e comunicações 50 10% 190 14% 650 20% 2100 26%
Lazer, cultura e gastos diversos   20 4% 310 22% 900 28% 2800 35%
Total      500 1400 3270 8000
2. Determina os coeficientes orçamentais das quatro famílias para cada classe de despesa.
3. Representa graficamente as despesas percentuais das famílias nas diversas rubricas de despesa.



4. Verifica como a interpretação do quadro te conduz à Lei de Engel.
   A interpretação do quadro conduz à Lei de Engel uma vez que à medida que o rendimento das famílias aumenta a proporção gasta na alimentação diminui. À medida medida que o rendimento aumenta a proporção gasta no lazer aumenta e podemos verificar ao longo da família Alves até à família Damásio.   
5. Comenta o elevado valor das subscrições de telemóveis em Portugal relativamente a outros países.
 O elevado valor das subscrições de telemóveis em Portugal relativamente a outros países, que encontra-se no sexto lugar com mais subscrições por 100 pessoas, é devido ao facto de Portugal por vezes não ter um comportamento sustentável.
6. Comenta o elevado número de automóveis em Portugal relativamente a outros países da União Europeia. 
 O elevado número de automóveis em Portugal relativamente a outros países, que encontra-se no segundo lugar com mais automóveis por 1000 habitantes, é devido ao facto de Portugal por vezes não ter um comportamento sustentável.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Necessidades – noção e classificação

1. Escreve uma composição centrada nas necessidades que satisfazes quotidianamente utilizando dez dos termos que se encontram a negrito acima.
     
2. Qual das classificações acima estará mais relacionada com a Pirâmide de MaslowJustifica.
    A classificação mais relacionada com a Pirâmide de Maslow é quanto à sua importância, pois esta pirâmide baseia-se na hierarquia das nossas necessidades mais relacionadas com a nossa procura de satisfação como as necessidades primárias (indispensáveis à sobrevivência), secundárias (necessárias mas não indispensáveis à sobrevivência) e as terciárias (inúteis).
3. Qual das classificações acima estará mais relacionada com a Economia? Justifica.
     A classificação mais relacionada com a Economia é quanto ao custo porque esta necessidades sub-dividem-se em necessidades económicas (são bens com preço maior que zero, como por exemplo os alimentos, devido ao problema económico que é a escassez)  e não económicas(que pretende satisfazer as necessidades com bens livres, com custo nulo).
4. A alimentação é uma necessidade individual, sentida por todos. Justifica.
    A alimentação é uma necessidade individual, sentida por todos, porque cada um tem a sua necessidade de satisfazer a sua fome, tornando-se uma necessidade diferente de pessoa para pessoa, e não precisamos de sentir em sociedade. Podendo sentir mesmo estando numa ilha deserta.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Os Agentes Económicos

1. Explicita os aspectos fundamentais da actividade económica.
     Os aspetos fundamentais da atividade económica são:
           - Consumo- Utilização dos bens na satisfação das necessidades dos consumidores;
           - Produção- Transformação das matérias-primas em produtos acabados;
           -Distribuição- Os bens produzidos precisam de ser deslocados para as unidades comerciais para os consumidores terem acesso aos bens de consumo;
           -Repartição do rendimento- Distribuição das remunerações pelos factores produtivos (trabalho e capital) utilizados na produção: 
          Trabalhadores que participaram na produção dos bens recebem salários fixos;
          Capital são os proprietários de imóveis cobram rendas: 
                                   -os empresários são os únicos que não recebem um salário fixo pois ganham o lucro conseguido.
2. Em Economia estudamos o comportamento dos agentes económicos, não de sujeitos económicos individuais. Porquê?
     Estudamos o comportamento dos agentes económicos e não de sujeitos económicos individuais porque não nos conseguimos justificar em comportamentos injustificáveis à economia e assim um grupo, pode ser de família, utilizam a racionalidade económica o que é um comportamento mais visível.  

3. Nas sociedades rurais grande parte da produção destinava-se a auto-consumo. Nas sociedades modernas a distribuição e o Marketing têm uma importância crescente. Refere alguns aspectos que sustentem estas afirmações.
    Se tivermos numa zona rural e virmos um marketing de um produto não temos tanto acesso porque nestas zonas não existe tanta produção, logo só nos podemos concentrar no auto-consumo.

4. As Empresas (não financeiras) produzem bens comercializáveis, enquanto o Estado produz bens não comercializáveis. Justifica definindo bens comercializáveis.
  As empresas (não financeiras) produzem bens comercializáveis uma vez que o preço é maior que o custo o que vai dar lucro então estes podem produzir os respetivos bens.

5. Entre as diversas parcelas de rendimentos do capital, qual delas é mais incerta? Justifica.
    

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Custo de Oportunidade

1. Explicita o conceito de custo de oportunidade. Ilustra-o referindo dois exemplos.
    Custo de oportunidade é a alternativa que decidimos abandonar entre a escolha de diferentes opções. Como por exemplo, se escolhermos ficarmos em casa por motivos pessoais e não podermos sair com amigos o nosso custo de oportunidade é a alternativa que escolhemos abandonar, logo sair com amigos. Outro exemplo do custo de oportunidade pode ser, escolhermos ir sozinho ver uma partida de futebol a um estádio em vez de, ficarmos em casa a ver com os amigos. Logo, podemos concluir que o custo de oportunidade não se baseia no valor ou custo das coisas e também este custo tem um valor maior ou menor de pessoa para pessoa.

2. Utilizando o conceito de custo de oportunidade, confronte a hipótese de terminar o Ensino Secundário aos 17 anos com a alternativa de o terminar mais tarde. 
     O custo de oportunidade de uma pessoa terminar o Ensino Secundário aos 17 anos, como é normalmente, é melhor do que terminar mais tarde uma vez que ao acabarmos o ensino secundário, neste caso, acabaremos a estar sujeitos a empregos piores renumerados e atrasaremos o nosso percurso para a universidade ou até mesmo para outros planos, objetivos, projetos de vida.

3. Compare o custo de oportunidade associado às aulas no ensino privado com as do ensino público obrigatório. 
     O custo de oportunidade ao frequentarmos as aulas no ensino privado trás nos a consequência de não nos depararmos mais ou menos com a realidade social, como a competição para o mundo de trabalho é muito grande, que no ensino público temos estas noções.

4. Observe que a fronteira de possibilidades de produção apresenta os pontos em que é máxima a eficiência da economia na produção de espingardas e manteiga.
4.1. Explique porque não são alcançáveis pontos exteriores, como I.
      Os pontos exteriores à Fronteira de Possibilidades de Produção  não são alcançáveis, como I, porque não há recursos suficientes para produzir ao mesmo tempo espingardas e manteiga sendo o objetivo de produtividade inalcançável.
4.2. Explique porque são ineficientes pontos interiores, como U
        Os pontos interiores à Fronteira de Possibilidades de Produção, como U, são insuficientes porque podemos alcançar mais produtividade uma vez que a Fronteira de Possibilidades de Produção mostra-nos que podemos produzir com mais eficiência, mais manteiga e mais espingardas que no ponto U, causando nos assim desinteresse ficar abaixo. Logo, no ponto U quer dizer que há em falta alguns recursos como por exemplo, um número menor de trabalhadores e de máquinas, que nos impossibilitam a maior produtividade. Por isso, o ponto U, é insuficiente porque a economia consegue produzir mais.

5. Explique porque muitas vezes é difícil calcular o custo de oportunidade associado às decisões políticas ou à construção de infraestruturas. 

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Problemas económicos fundamentais

1. Refira aspectos do seu quotidiano relacionados com os problemas económicos.
    No nosso quotidiano, seja na rádio, na televisão ou até mesmo nos jornais encontramos diversas questões económicas, como: 
                                   -inflação, quanto mais elevada for menos produtos os consumistas compram;
                                   -desemprego;
                                   -crise económica, assim torna-se mais difícil a procura de emprego.
   
2. Porquê estudar Economia?
    Estudar a ciência economia tem como objetivo de estudo a sociedade, dando principalmente atenção à sua parte económica. Esta estuda a forma com que os recursos são determinados para produzir bens com objetivo de satisfazer as necessidades existentes da população. 

3. Identifique o problema económico fundamental.
    O problema económico fundamental é a escassez uma vez que a economia tem como objetivo satisfazer todas as necessidades da população, mas com recursos produtivos limitados esta não consegue satisfazer todas as necessidades tornando-se assim um grande problema da economia.  

4. Mostre através de um exemplo, como a produção de um bem tem em Economia implicações importantes a três níveis de referência.
     Por exemplo, a superfície económica do Ikea, como os recursos são escassos, têm que ter em atenção o que produzir, que tipo de madeiras, que tipo de cadeiras, móveis, e quanto produzir os produtos que têm mais lucro e mais procura pelos consumidores. Depois, esta superfície escolhe que tipo de produção faz, ou em série industrial ou em artesanato, tendo em conta combinar o capital com o trabalho. De seguida, estes decidem a determinação dos salários dependendo dos juros e do lucro do capital.